Rodovia do Peixe | Lixo invade pista e motoristas precisam trafegar na contramão

Para quem precisa fazer o descarte poda de árvores e grama devem seguir para o ecoponto ao lado da Unidade de Vigilância de Zoonoses, no Globo Recreio

Motorista trafegam na contramão ao passar por entulho de lixo – Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Podas de árvores, móveis usados, e muitos outros objetos descartados de forma incorreta. A quantidade de lixo jogado às margens da MT-471, denominada Izabela Carrasqueira Smozinski, ou simplesmente Rodovia do Peixe, já invade a pista e é preciso cuidado dos motoristas ao passar pelo local, em Rondonópolis-MT. O terreno que havia sido disponibilizado pela Prefeitura já foi desativado, mas a cada dia, mais lixo aparece por lá.

Na manhã desta terça-feira (14), a equipe de reportagem do Portal Agora Mato Grosso esteve no local e observou o tamanho do problema. Usuários da via precisam trafegar na contramão, correndo o risco de acidentes.

Conforme a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o local na Rodovia do Peixe já foi desativado há algum tempo, tendo sido efetuado a limpeza e o cercamento da área. Entretanto, a cerca foi arrombada e continuaram a jogar lixo irregularmente no local.

A Semma informa ainda que já está providenciando uma nova limpeza e que é proibido o descarte de podas de árvores, gramas e lixo em geral neste espaço.

Quem for flagrado jogando lixo em local proibido será preso e responderá por crime ambiental. Para quem precisa fazer o descarte poda de árvores e grama devem seguir para o ecoponto ao lado da Unidade de Vigilância de Zoonoses, no Globo Recreio.

Ecopontos

Com a desativação de todos os ecopontos da cidade como o do bairro Sagrada Família e do Ana Carla, o Gabinete de Apoio à Segurança Pública de Rondonópolis (Gasp) iniciou o trabalho de fiscalização e vigilância após a limpeza dos espaços.

A intenção é coibir que algumas pessoas mantenham o hábito de descartar lixo em locar inadequados e apostar na fiscalização por meio do apoio policial para impedir que esse tipo de crime ambiental persista na cidade.

Fonte: AgoraMT

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