Carretas que estão na BR-163 no Pará são liberadas para irem aos portos; bloqueio em Guarantã acaba

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou, esta manhã, que alguns trechos críticos da BR-163 entre Novo Progresso e Miritituba foram recuperados e que ainda hoje libera o tráfego de carretas e caminhões carregados que estão nas filas, há duas semanas, em direção aos portos de Miritituba. A liberação deve ocorrer 24 horas antes do tempo estabelecido.

Ainda de acordo com o DNIT, a liberação dos caminhões no sentido Sul da BR-163, em direção a Mato Grosso, que estão retornando dos portos, foi antecipada e começou ontem à tarde. Mais de 1.200 carretas passaram pelo posto de controle e atravessaram os trechos críticos restaurados pelo Exército e pelo departamento.

Desde o início da semana, foi montada barreira em Guarantã do Norte, próximo a divisa dos dois Estados, impedindo que carretas carregadas com grãos entrem em território paraense por causa dos atoleiros. O tráfego seria liberado amanhã (sexta-feira) conforme planejado mas foi antecipado e, neste momento, já estão trafegando sentido Pará. A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pela 6ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso. Não há uma estimativa da quantidade de carretas e caminhões que ficou parada em Guarantã desde o início do bloqueio.

O DNIT esclarece que, “a partir da liberação, o trânsito de carretas na região ocorrerá alternadamente em sentido único, das 6h às 22h. Durante as madrugadas, as equipes do Exército e DNIT realizarão as obras de manutenção e recuperação que forem necessárias”.

O trecho paraense sem asfalto tem aproximadamente 110 km. O governo federal garantiu R$ 200 milhões para concluir a pavimentação até o final do ano. Ontem, o ministro Tarcisio Gomes esteve em alguns trechos criticos acompanhando o trabalho das equipes.

O departamento também informa que, somente ontem, 800 refeições e 17 mil litros de água foram distribuídos pelo Exército para os caminhoneiros. Além disso, as duas ambulâncias e equipes médicas prestaram assistência no trecho. Mas há relatos de diversos caminhoneiros que estão em outro trechos com atoleiros, mais distantes, e não receberem comida e água.

Fonte:Só Notícias

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