Carnaval em MT termina sem mortes e homicídios; “folião deu exemplo”, afirma secretário

O Carnaval em Mato Grosso foi avaliado positivamente pelas forças de Segurança Pública do Estado. Não houve nenhum homicídio relacionado ao evento, nem mesmo vítimas fatais de acidente de trânsito em vias urbanas e rodovias estaduais.

“Comparando com os últimos anos, foi um dos carnavais mais tranquilos e ordeiros. Não houve mortes no trânsito e nas rodovias. Houve homicídios, mas não relacionados aos pontos de carnaval”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante dos Santos.

Foram 5 dias de operação em 25 pontos de celebração, contemplando um público estimado de 357 mil foliões. O número mais alarmante foi de 600 kg de drogas, apreendidos entre 1º a 5 de março.

Nos 350 veículos abordados pela Operação Lei Seca, foram realizados 449 testes de bafômetro e 11 pessoas presas. O número de prisões também é avaliado como baixo pelas autoridades policiais. “É resultado de conscientização, propaganda e das penalidades maiores. O cidadão também tem entendido que não precisa se sujeitar a isso”, avalia o secretário.

Chapada dos Guimarães (MT 251, km 16), Santo Antônio do Leverger (MT 040, km 8); Cuiabá (Av. da Prainha), Cáceres (BR 070, km 741) e Rondonópolis (Avenida Dom Pedro II esq. com Avenida Lyons Internacional) foram os pontos de blitz.

Também foram registrados 384 roubos e 988 furtos, o que representa uma redução de 41% e 32% de ocorrências, respectivamente, em relação a 2018. “O folião mato-grossense deu exemplo. Não houve briga, nem confusão. Trabalhamos muito enquanto todos estavam descansando e a sociedade ajudou demais a polícia”, ressalta Bustamante.

O secretário avalia, no entanto, que o efetivo ainda é insuficiente para atender toda a demanda de território do Estado.

“A gente tem que ter perna para melhorar. Mesmo que coloquemos todo nosso efetivo na rua, ainda há uma sobrecarga muito grande para os profissionais. Precisamos começar a equacionar isso e diminuir o número de locais para atender melhor o cidadão”, conclui.

Fonte:O Livre

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