UPA de Rondonópolis abre mais uma porta para atendimento

A Unidade de Pronto Atendimento de Rondonópolis abriu a porta de entrada localizada na avenida Rio Branco para receber ambulâncias de outras unidades de saúde municipais, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e também do Hospital Regional.

De acordo com a Diretora do Pronto Atendimento (PA), Vânia Scapini, esse foi o mais recente ato realizado pela administração para melhorar a agilidade e qualidade no atendimento de trauma e ortopedia, por isso essa entrada é exclusiva para esses casos. Outro benefício da ação é diminuir o quantitativo de pessoas na recepção de casos clínicos, causando menos estresses aos pacientes e acompanhantes.

A medida foi tomada no último domingo (10), tirando da porta principal, uma média de 70 a 80 pacientes por dia e seus acompanhantes, de forma a gerar mais qualidade para todos que precisam da UPA.

“Os pacientes ficam mais à vontade, melhorou significativamente o acesso dos pacientes bem como a qualidade do atendimento, além de diminuir consideravelmente estresse que gerava devido no acumulo muito grande de pessoas”, comentou Scapini.

Hoje a unidade mantém essas três portas bem definidas, uma para a entrada de trauma, onde há atendimento pelo cirurgião e pelo ortopedista. Outra destinada para pacientes graves que vão para o box, pois são classificados como vermelho e por isso dão entrada diretamente para o box de emergência.

O outro acesso é destinado para casos clínicos que é basicamente grande parte dos atendimentos realizados pelas equipes da UPA. São pacientes ambulatoriais classificados como azul ou como verde, casos mais simples que poderiam ser resolvidos em Unidades Básicas de Saúde do município, mas mesmo assim a gestão absorve, atende e encaminha essas pessoas, além de fazer a regulação.

Ainda segundo informações de Scapini, desde que assumiu a gestão em 2017, a UPA estava sem documentação. Dessa forma foi necessário habilitar a unidade pelo Ministério da Saúde e entrar com pedido de qualificação. Entre as benfeitorias feitas pela atual administração há a organização de fluxos, implantação de sistemas, avanço no protocolo de acolhimento e classificação de risco, além do aumento de profissionais.

Scapini reforça que a UPA tem feito atividades além do que é da competência da unidade, tal como o município que tem atendido pacientes de média e alta complexidade que deveriam estar em hospitais de retaguarda e infelizmente acabam retornado para UPA, e também pacientes de outros municípios que não conseguem atendimento onde moram e buscam ajuda em Rondonópolis.

“Tem casos de pós-operatório imediato que saem e vem para atendimento no nosso box. Tem pacientes que adentram no box de emergência do Hospital Regional e são reencaminhados para UPA por que a unidade mantém um quantitativo de equipamentos de alta complexidade então conseguimos dar suporte com esses equipamentos, com médicos intensivistas. Estamos mantendo algumas especialidades como cardiologia, cirurgia, contratamos mais um psiquiatra para dar vazão a esses pacientes que permanecem na UPA”, explicou a gerente.

Fonte: assessoria

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