Em Rondonópolis, estoque de gás volta ao ritmo normal de vendas

Depois de um período de quase dois meses de recionamento o estoque foi normalizado

Após a greve dos caminhoneiros, no fim de abril e que durou cerca de 10 dias, o estoque de gás de cozinha está voltando ao ritmo normal para o consumidor rondonopolitano. De acordo com a maior distribuidora do produto na cidade, esta semana os estoques de atacado e varejo estão sendo reabastecidos.

Segundo a comerciante e administradora, Sueli Cobianchi, há cerca de um mês o racionamento dos botijões era direcionados somente para hospitais, escolas, creches e outros comerciantes locais para suprir as necessidades e assim não entrar em estado de emergência.

“Tudo que a gente recebia de botijões, era distribuído e dividido para a Santa Casa, Escolas e creches buscando suprir a demanda. Nos armazéns a gente vende cerca de 250 a 300 botijões por dia e agora o estoque voltou ao normal”, explicou Sueli.

Nesta semana, uma remessa com cerca de 3 mil unidades chegou e é distribuída para pequenos comerciantes de Rondonópolis e região.

Aumento nas refinarias

O reajuste de 4,4% anunciado nas refinarias pela Petrobrás na quinta-feira (5), fez com que o preço do gás de cozinha (GLP) e o botijão de 13 quilos passasse de R$ 22,13 para R$ 23,10 (valor sem tributação de impostos).

Cobianchi, disse que esse aumento ainda está sendo estudado se vale a pena repassar ao consumidor final.

“A companhia já nos informou sobre esse aumento, estamos analisando e estudando se conseguimos absorver ou repassar esse valor ao consumidor. Estamos mantendo o valor de R$ 100 e não vale a pena colocar o botijão a R$ 102 ou R$ 103” explicou a administradora.

Qualidade e competitividade

Questionada sobre a diferença de preço do botijão comercializado em Rondonópolis para outras cidades, como Pedra Preta (diferença de quase R$45 por botijão P13), a comerciante explicou que muitos lugares não oferecem um produto de qualidade, enganando o consumidor.

“Essa é uma briga interna, depósitos de cidades menores buscam apenas vender e não prezam pela qualidade do produto, sobotam o consumidor. A gente não consegue baixar o produto a esse valor, mas mantemos o preço de R$ 100 e temos convênios para dar descontos a idosos e empresas, buscando ofertar um preço melhor no final” disse Sueli.

 

Fonte: AgoraMT

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