Por 21 votos a 2, o pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu manter a prisão do deputado estadual Mauro Savi. O processo estava sob vista do desembargador Marcos Machado, que seguiu o relator do caso, desembargador José Zuquim Nogueira. Hoje, além de Machado, votaram os desembargadores Gilberto Giraldelli, Orlando Perri, Maria Helena Póvoas e Alberto Ferreira de Souza. “Quanto ao mérito não tenho duvida em acompanhar o substanciosíssimo voto do desembargador Zuquim”, disse Perri. Na última semana, 16 desembargadores votaram pela manutenção da detenção do parlamentar, contra dois favoráveis a sua soltura. Além dos magistrados que votaram hoje, foram favoráveis a manutenção da prisão de Mauro Savi os desembargadores Cleuci Terezinha, Serly Marcondes, Sebastião Barbosa, Nilza Maria Pôssas de Carvalho, Antônia Siqueira, Helena Maria Bezerra, Juvenal da Pereira, Márcio Vidal, Carlos Alberto, Luiz Ferreira, Clarice Claudino, Maria Erotides e Luiz Carlos da Costa. Os únicos contrários foram Paulo da Cunha e Sebastião de Moraes. Mauro Savi está no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) desde o dia 9 de maio em virtude da “Operação Bônus”, 2ª fase da “Bereré”. Ele é acusado de liderar um esquema que desviou cerca de R$ 30 milhões do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Neste pedido, a defesa do deputado contesta os fundamentos da prisão preventiva. Para os advogados, o parlamentar não representa risco a instrução processual, nem a ordem pública, já que não usufrui de influência no Detran de Mato Grosso. Alegam ainda ausência de contemporaneidade, já que os crimes imputados a ele teriam se encerrado em agosto de 2014, ou seja, há cerca de 4 anos. OUTROS PEDIDOS Com a negativa pelo Tribunal de Justiça, a defesa de Mauro Savi aguarda o julgamento de mérito de habeas corpus impetrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pedido tem como base a votação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso que defendeu a soltura de Savi. Relatora do caso na corte superior, a ministra Maria Thereza de Assis Moura destacou que o caso é “complexo” e confunde com o mérito. Por isso, deixou para analisar o caso no julgamento colegiado, negando a liminar.

A secretaria reforça que não há riscos de iminente transmissão

A Secretaria Municipal de Saúde informa que há um caso suspeito de febre amarela em um morador do município de Primavera do Leste. O paciente encontra-se bem e totalmente fora do período de transmissibilidade da doença.

O caso encontra-se sob investigação. Ainda não é possível identificar, com exatidão, o local de infecção, porque no período em que o paciente adoeceu, não estava em Primavera do Leste, e sim a trabalho em outros municípios.

Entretanto, considerando a necessidade de assegurar a proteção à população, a Secretaria solicita aos habitantes ainda não vacinados contra a febre amarela, que procurem a unidade básica de saúde mais próxima de sua casa para receber a dose. É necessário que esteja com a carteira de vacinação em mãos.

Conforme as normativas do Ministério da Saúde, a vacina é oferecida em dose única, a partir dos nove meses, e garante imunidade por toda a vida.

Algumas recomendações devem ser observadas antes de receber a vacina:

A vacina é contraindicada para pessoas com alergia severa ao ovo, portadores de doenças autoimunes e imunodeprimidos. A vacinação em gestantes não é recomendada.

Recomenda-se que pessoas com mais de 60 anos passem por avaliação médica antes de tomar a vacina. Orienta-se que as mulheres que estejam amamentando adiem a vacina até a criança completar seis meses de vida. A vacinação é uma ação exclusivamente preventiva, com foco em pessoas ainda não vacinadas.

A secretaria reforça que não há riscos de iminente transmissão, por isso, também não há motivos para preocupações.

 

Fonte: Assessoria

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