Em reunião vereadores pedem celeridade ao processo do transporte público de passageiros da cidade

Ter um transporte coletivo de qualidade e que atenda a população de Rondonópolis. Com esse objetivo, os vereadores Rodrigo da Zaeli (PSDB), Adonias Fernandes (PMDB) e Orestes Miraglia (SD) participaram, junto ao prefeito Zé Carlos do Pátio e os secretários municipais de Transporte e Trânsito, Rodrigo Metello e Administração, Leandro Arduini, de uma reunião onde pediram celeridade no processo licitatório para o transporte público de passageiros. Com o projeto em mãos, os parlamentares pretendem fazer uma audiência pública para discutir com a sociedade o modelo de transporte coletivo que a cidade precisa.

“O prefeito se comprometeu de encaminhar o projeto para a Câmara de Rondonópolis até sexta-feira e, a partir daí chamaremos a sociedade para discutir o que a cidade precisa e deseja. Assim que o modelo de projeto chegar à Casa de Leis, eu e os vereadores chamaremos a comunidade para o debate. A ideia é acelerar o processo, pois muitas melhorias só serão possíveis após o término deste processo licitatório”, explicou o presidente da Câmara de Rondonópolis, vereador Rodrigo da Zaeli.

A elaboração do projeto vai ficar sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, que deve encaminhar uma comissão para, junto aos vereadores, discutir com a sociedade e chegar ao documento final, que servirá como modelo para o edital licitado. Zaeli explicou que é preciso exigir melhorias, mas dentro da realidade da cidade, pois a minuta anterior exigiu-se algumas vantagens que, para muitas empresas, seriam inviáveis.

“O ideal é que tenhamos um transporte público com veículos novos, que tenham ar condicionado, que façam interligação entre as linhas, mas que também contemple a instalação e manutenção de abrigos para os usuários. Só que não podemos esquecer nossa realidade: temos uma cidade espalhada e com poucos usuários do transporte coletivo, o que desmotiva as empresas a participarem do processo, pois o serviço se torna caro. Temos que pensar em uma forma de atendermos a população com um serviço de qualidade, sem espantarmos as empresas que prestam este serviço”, concluiu.

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