Coder paga os encargos e salários dos funcionários

Mais de R$ 1 milhão em encargos trabalhistas parcelados e os atuais além da folha de pagamento que supera R$ 2 milhões.

Esse é parte do montante investido, mensalmente, pela Coder (Companhia de Desenvolvimento Rondonópolis) no pagamento de direitos trabalhistas herdados da gestão anterior e despesas com a atual folha de pagamento dos  funcionários públicos da Empresa.

Além dessas despesas, a Coder conseguiu saldar débitos antigos e adquirir a CND (Certidão Negativa de Débitos), documento necessário para assinar novos contratos de serviço com o Poder Público, e ainda conseguiu aderir ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis) – Programa de Recuperação Fiscal -, um regime opcional e especial de consolidação e parcelamento dos débitos fiscais proposto às empresas, com dívidas perante a Receita Federal e ao INSS, após o pagamento de mais de cinco milhões de reais referentes à tributos em atraso.

Essas ações fazem parte de um projeto global que visa a recuperação e o equilíbrio entre receita e despesa da empresa por meio de medidas e ajustes que vão atingir positivamente todos os setores a ponto de torná-la competitiva, produtiva e de excelência na prestação de serviços.

Na data de hoje, a Coder está com a folha de pagamento de seus funcionários em dia.

“Além da folha, nós pagamos o FGTS, o qual nas administrações anteriores era recolhido do trabalhador, mas não pago”, explicou o diretor-presidente da empresa, José Severino da Silva Neto, o Nino, ao informar que hoje mesmo já deu início às medições para o pagamento da próxima folha e para o pagamento dos pequenos fornecedores.

“E não é só isso”, disse. “A nossa meta é promover o ajuste financeiro da Coder. Vamos fazer essa empresa andar com suas próprias pernas”, garantiu. “E, para isso, vamos desempenhar novas medidas, como um possível plano de demissão voluntária como meio de promovermos o enxugamento da folha; e o fim da contratação de serviços terceirizados.”

Até o momento a Coder já conseguiu, inclusive, promover o conserto de parte de sua frota e a prefeitura conseguiu uma autorização para a aquisição de novas máquinas pesadas.

“O prefeito conseguiu destinar à Coder mais de R$ 11 milhões. Com esse recurso vamos obter nova frota de máquinas e executaremos, nós mesmos, o nossos serviços. Com o enxugamento da empresa e sem o pagamento dos terceirizados, conseguiremos o equilíbrio entre receita e despesa”, previu Nino.

Essas medidas têm o apoio de todos que compõem a Coder: desde o funcionário menos graduado aos integrantes da Diretoria e dos Conselhos.

O diretor-técnico Leandro Godói declarou que a Coder tem buscado também concentrar mais na sua força de trabalho, aumentando a sua produtividade com várias frentes, com os mutirões contínuos, com o Urbanismo, com as pinturas de vias públicas, patrolamento de estradas, aplicação do micro revestimento, revitalização das praças etc.

“Herdamos uma Coder com graves problemas financeiros, praticamente sem patrimônio, sem contratos – portanto quase sem receita – e com ecoponto pegando fogo. Mas já estamos conseguindo reverter esse quadro. Consertamos nossos maquinários, estamos adquirindo outros novos. As medidas são várias e salutares. Juntos, diretoria e funcionários, vamos conseguir salvar a Coder”, encerrou Godói.

Fonte: Assessoria

BANNER-NETWORK
COMPARTILHAR

Comentários