Rondonópolis participa de ato contra reformas trabalhista e previdenciária

Contra as reformas do governo Michel Temer (PMDB), trabalhadores de diversas categorias paralisaram atividades nesta sexta-feira (30) em Rondonópolis.

Além de greves, atos em diversas cidades do país também estão previstos.

Segundo a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (Sispmur), Geane Lima Teles, a mobilização popular vai pressionar o Congresso Nacional e mostrar a ilegitimidade dos projetos.

“Temer não tem moral para propor essas reformas e agora está perdendo o apoio de grande parte dos parlamentares que sempre estiveram ao lado dos empresários. Não é só o servidor, o marasmo existente faz com que a população não encontre uma motivo para estar nas ruas, é complicado…, porque o povo só vai ter noção em 2019 quando a fome bater na porta, porque é isso que o Brasil vai presenciar”, discorreu  a dirigente.

As manifestações foram convocadas por centrais sindicais, que se posicionam contra as reformas previdenciária e trabalhista. Entre as reivindicações também está a saída do presidente Michel Temer. Todos os Estados e o Distrito Federal estão na mobilização da Greve Geral.

Representantes do Orgulho LGBT se fez presente no movimento e explicou que essa luta não é apenas dos sindicalistas e servidores. “Nós viemos aqui para protestar contra o governo do Temer que há dias tem corrompido o nosso país e a manifestação não é a curto prazo, estamos lutando por algo”, explica Leônidas Moraes, estudante da UFMT.

ESCOLAS

O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) e o Sindicato dos Professores informaram que aderiram ao dia de paralisação e, portanto, não haveria aulas nesta sexta.

A Secretaria de Estado de Educação informou, no entanto, que as unidades escolares funcionarão normalmente. Muitas escolas particulares também tiveram aulas.

Fonte: AgoraMT

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